A Praça Floriano Peixoto, em Belo Horizonte, tem uma história ligada ao planejamento original da cidade e ao seu tombamento como patrimônio histórico e cultural. Localizada no bairro Santa Efigênia, foi batizada em homenagem ao ex-presidente Floriano Peixoto, e seu conjunto arquitetônico, que inclui o prédio do 1º Batalhão da Polícia Militar, foi projetado pelo arquiteto Edgar Nascentes Coelho.
Histórico e características
A praça faz parte das 24 praças previstas no plano original de Belo Horizonte.
O nome foi atribuído em 1930, em comemoração ao 35º aniversário da morte de Floriano Peixoto.
O prédio do quartel da Polícia Militar, construído em 1897, está integrado ao conjunto da praça, delimitado pela Avenida do Contorno, Rua Manaus e Álvares Maciel.
O espaço foi tombado pelo patrimônio histórico e cultural de Belo Horizonte em 1994.
A praça se tornou um ponto de encontro para moradores dos bairros Santa Tereza e Santa Efigênia, especialmente militares e profissionais da área médica.
A revitalização da praça, adotada pelo Instituto Unimed-BH, buscou resgatar o espaço e promover atividades culturais e de lazer.
Importância e uso
A praça desempenha um papel importante como local de convívio e lazer para a comunidade.
É um espaço utilizado para atividades esportivas, brincadeiras infantis e contato com a natureza.
A praça também sedia eventos culturais e artísticos, como o "Tambor na Praça" e o "Festival Sabiá".
É um local de passagem para caminhantes e corredores, com um circuito de aproximadamente 500 metros.